Segundo o empresário Sidnei Piva de Jesus, o vinho é uma das bebidas mais antigas e apreciadas do mundo, com uma história rica que atravessa milênios. Até porque, desde os primeiros registros nas civilizações antigas até os processos modernos de produção, essa bebida acompanhou a humanidade em festas, rituais e até na medicina. Com isso em mente, ao longo deste artigo, vamos explorar como o vinho evoluiu ao longo dos séculos, influenciando culturas e se tornando um símbolo de sofisticação e tradição.
Como o vinho surgiu nas civilizações antigas?
A origem exata do vinho se perde no tempo, já que essa bebida nasceu antes mesmo da invenção da escrita. Dessa forma, uma hipótese é de que o vinho surgiu por acidente, quando uvas amassadas foram esquecidas em algum recipiente e, com o tempo, sofreram fermentação natural. Todavia, a produção intencional de vinho só foi possível quando as sociedades nômades se tornaram sedentárias, cultivando videiras de forma organizada.

Isto posto, de acordo com Sidnei Piva de Jesus, evidências arqueológicas sugerem que a Geórgia pode ter sido o berço do vinho, com sementes de uva datadas entre 7000 a.C e 6000 a.C. Ademais, outros registros antigos, como os do Egito, Grécia e Roma, mostram que o vinho já tinha importância religiosa e social milênios antes de Cristo, consolidando seu lugar na história da humanidade.
A disseminação do vinho pela Europa e pelo mundo
Com a expansão do Império Romano, o vinho chegou a regiões como a Gália (atual França), Península Ibérica e Germânia. Tendo isso em vista, os romanos introduziram técnicas de poda e enxertia, melhorando a qualidade das uvas. Já durante a Idade Média, os mosteiros foram essenciais para preservar e aperfeiçoar a produção de vinho, especialmente na França e na Alemanha.
Por fim, a partir das Grandes Navegações, no século XV, o vinho cruzou oceanos. Os colonizadores europeus levaram mudas de videiras para as Américas, África do Sul e Austrália, como informa o empresário Sidnei Piva de Jesus. Dessa maneira, novas regiões produtoras surgiram, adaptando-se a diferentes climas e solos. Assim sendo, hoje, países como Argentina, Chile e Estados Unidos são grandes referências no mercado mundial de vinho.
Como é a produção de vinho atualmente?
A modernização trouxe máquinas e tecnologia para otimizar a colheita e a fermentação, mas algumas vinícolas ainda mantêm métodos tradicionais. Tendo isso em vista, a escolha das uvas, o tipo de fermentação e o tempo de envelhecimento em barris são cuidadosamente controlados para garantir qualidade e sabor únicos. Aliás, vinhos orgânicos e biodinâmicos também ganharam espaço, refletindo a preocupação com sustentabilidade, conforme frisa Sidnei Piva de Jesus.
Além disso, a globalização permitiu que diferentes estilos de vinho fossem apreciados mundialmente. Dessa maneira, desde os tintos encorpados da França até os espumantes brasileiros, há opções para todos os gostos. Assim sendo, a cultura do vinho se tornou mais acessível, com degustações, cursos e turismo enogastronômico conquistando novos entusiastas.
O vinho: uma paixão que atravessa o tempo
Em conclusão, a história do vinho é uma jornada fascinante que mostra como essa bebida se adaptou e sobreviveu por milhares de anos. Logo, das supostas primeiras fermentações acidentais às garrafas elegantes de hoje, o vinho continua unindo pessoas e celebrando momentos especiais. Então, seja em um jantar simples ou em uma ocasião sofisticada, ele sempre terá um lugar na mesa e na cultura humana.
Autor: Gerald Johnson
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital